sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Comentário sobre a palestra

Esses dias andei sem tempo para organizar e colocar textos aqui no blog. 
Mas não poderia deixar de compartilhar a oportunidade com vocês em dar minha opinião sobre a palestra que participei, na semana passada, de um famoso treinador de cães, a qual ele usou uma linha de pensamento muito semelhante a de outro famoso treinador, se intitula mágico, no que diz respeito ao treinamento, comportamento, e educação canina.
Este segundo é famoso, nos treinadores temos uma dívida com ele, por ter divulgado mundialmente nosso trabalho, antes sem muito importância e comprovação científica, e por também a falta de profissionalismo e postura de alguns "pseudo-treinadores".
Como toda a profissão, existem profissionais de todos os tipos de qualidade e atitude.
Como todo o bom profissional, devemos procurar o aperfeiçoamento, estudos científicos e a participação de seminários, amostras e demais oportunidades para melhoria técnica, prática e teórica. 
Existem várias correntes de treinamento, técnicas, exercícios que terão tempos distintos de desenvolvimento. (vocês nem imaginam quantas)
As situações e dificuldades comportamentais, são cada vez maiores, já que o cão de hoje, compartilha de muito mais situações que a 15, 20 anos atrás.
O que ocorrer com muita freqüência, que ouço muito dos donos nas visitas, sobre origem do cão veio de tal ligar, pergunto quem falou isso a eles, não sabem response,que alguns comportamentos dos cães, fazem isso por que eram tempo que eram selvagens, etc. 
Voltando a palestra, nela,: foram apresentadas algumas pesquisas, estatísticas, sem a fonte, fundamental para dar consistência ao trabalho, e convencer seus ouvites, e claro, dar oportunidade de debate e discutirem a respeito de tal tema. 
Por isso, serve de aprendizado para todos, ao apresentar um tema, qualquer que seja ele, apresente a fonte.
Agora em textos mais específicos, colocarei a fonte. 
A até o fim do ano envio a bibliografia que já tive acesso.
Próximo texto falarei sobre os cães de pedigree.
Antes que me esqueça, a dica de hoje: Não acreditem em tudo que ouçam, questionem, discutam, pergunte de onde vem tal idéia ou pensamento. Rodrigo
Werkema.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Esteja um passo a frente da desobediência

Eu estou, baseado em práticas, de 14 anos, sempre ouvindo as mesmas perguntas, e consequentente, dando as mesmas respostas, que o maior problema de comportamento dos cães, está nos primeiros 5 meses de vida de um cão, ou neste período em que ele está em seu novo e/ou definitivo lar.
É nesse período, que ele cria os padrões de comportamento, alguns bastante difíceis de serem modificados, comportamento esses, que serão necessárias esforços concentrados de todos da casa, exercícios esses que devem ser praticados com regularidade e paciência. 
Resumindo, nesse período que ele reconhece as pessoas, os lugares, criando seu banco de dados, o qual ele busca sempre, quando visualiza tal lugar ou pessoa, como deve se comportar, ou quais atudes deve ter diante de ambos. 
A questão da dificuldade da mudança de comportamento é, sempre somos chamados para apagar o fogo, mas em determimadas situações, todo o bem já virou cinzas, sendo a reconstrução, um processo em níveis mais complexos. 
Então, vocês donos, procurem ajuda de um profissional enquanto tudo está em ordem, ou seja, quando seu novo amigo chega em casa, já esteja com seu sistema de segurança todo ativo. Rodrigo Werkema.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Recado aos verdadeiros donos.

Durante um bom tempo da minha vida profissional, com o treinamento do cães, minha maior preocupação era manter os donos informados, como andava o treinamento dos seus cães, para alguns isso é realmente importante, para outro, não significa muita coisa, foi o que aprendi.
Basta que eu estivesse lá, naquela hora e dia marcado, seu cão me recebesse com a cauda em abano, já era mais que o suficiente, pois assim eles entendiam que  seu cão tinha como amigo, pois recebia o tratamento com carinho e atenção, que eles esperavam, a essas agradeço pela confiança.
Outros são exigentes, e por esses, vai meu agradecimento, mais do que especial, por isso que eu tenho quase 1 centena de livros, e um pouco menos de cursos e certificados, dizem que quando você ama o que faz, sempre está se "divertindo". 
Tenho também aqueles clientes que me olham com uma certa desconfiança, quando explico e digo que o cão dele, em determindo tempo, ira realizar tal ordem, e consequentemente, deixará de ter aquele comportamento inadequado.
Com estes que me divirto mais, não me levem a mal, mas a cara de vocês quando o que prometi, ocorre, é hilária. Mas tem aqueles, que não sei por qual informação, ou motivo, querem resolver o problema comportamental do cão em poucas aulas, a pergunta é sempre a mesma, " em um mês ele aprende?" mesmo com minha resposta negativa, informando que tal período, será o período de adaptação, de aproximação do treinador com o cão, usando argumentos honestos e justos, eles, esses donos, simplesmente os ignoram, assim como, na minha opinião, ignoram as necessidades e entendimento dos seus cães. 
São muitas histórias assim, mas muitas mais dos donos que entendem o processo de aprendizagem e consequentemente, ficou satisfeito após o período certo de treinamento.
Estas pessoas, por favor, não me procurem, tenho certeza que encontraram um treinador que pensa desta maneira, que com métodos " duvidos",  vai criando traumas em seus cães, ao invés de educa-los. 
Resultados rápidos vem de métodos duvidosos, pensem nisso. Rodrigo Werkema.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Respondendo perguntas.

Essa é uma resposta a um dono de uma cão, já em idade adulta, com dificuldade de chamá-lo para perto quando precisa, ou retira-lo do sofá ou de dentro de casa...Quando "manda", elas foram indagadas após 2 aulas.
Basicamente a mudança do comportamento dele passará por 3 fases, quanto a esse " mals comportamentos" bem evidente.
A primeira é essa, introdução de situações novas, favoráveis ao comportamento que queremos dele. 
Segunda a mudança de comportamento de vocês, ignorando (isolando) o errado e premiando sempre o certo. 
Enfim a terceira fase, que ele preferirá fazer o certo( classificado por nós) pois será sempre premiado, ao invés do comportamento errado, agora ignorado por nós.  
Por isso, o papel dos donos, na primeira fase é não brigar( enfrentar-lo) nessa fase, e sim oferecer-lhe o petisco, ou seja, criar situações que ele tenha interesse em aproximar de vocês e dar- lhes atenção.
O papel do treinador e criar as novas situações que vão fazer o cão trocar o pensamento/atitude/ comportamento inadequado.
É o cão preferirá receber o elogio, o presente, fazendo o que queremos. Deixando de lado o comportamento inadequado. 
O momento de teste-lo, será na fase final do treinamento, não na fase inicial. Rodrigo Werkema.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Respostas sobre a restrição do espaço quando filhote

Esse texto foi uma resposta a um dono que me perguntou quais argumentos deveria apresentar para seus filhos, que não concordavam com seu cãozinho, filhote, que estava cometendo pequenos "delitos" pela casa, deixando profundamente chateada sua dona, preso.
Esse"confinamento" descrito por você, que prefiro chama-lo de restrição de espaço, é melhor classificado assim pois ele não impede vocês de terem acesso a ele. 
Os objetivos da restrição são vários, os principais são :
1-Evitar dejetos no lugar errado, ( ele terá facilitar para organizar isso confinado)
2-destruição do objetos da casa e de vocês.
3-Risco de acidentes, por exemplo  pisem nele, ou deixarem cair alguma coisa encima dele. 
O aprendizado mais importante da vida dele, e do sossego de vocês que é:  Que ele aprenda a ficar sozinho, pois nem sempre vocês estarão na companhia dele. Pois alguns cães que não tem esse aprendizado, podem desenvolver fobias que variam de: lamber/ morder sua pata ou pêlos, até doenças que podem gerar o óbito prematuro do cão.*
*Consulte um veterinário, para verificar as questões relacionados a saúde do cão, antes de consultar um especialista em comportamento canino, sempre que seu cão apresentar esses tipos de comportamento.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Uns comemorando, outras se irritando, cães se escondendo.

Passou a copa, uma pena não termos ganhado, vida que segue de qualquer maneira. 
Como tudo no Brasil, vira piada, a melhor que vi, foi sobre os pastores alemães que insitiam em rir dos donos  Brasileiros, no histórico jogo da Alemanha com o Brasil, nas semifinais.
Agora que a atenção não é mais o futebol, cada um vai aos poucos, reorganizando suas prioridades. Cada macaco no seu galho, eu no meu canil auxiliando na relação comportamento dos cães com os donos.
A principal dificuldade, neste período da copa, eram os fogos e foguetes. Cães assustados e tentando, a todo custo, se esconde de barulho tão assustador para eles. 
Esse é um trabalho que deve ser  realizado aos poucos, desde o cão, nos primeiros meses de vida. 
Então, vamos, desde agora, preparar lá cães, filhotes e adultos, para copa de 2018.
E sabido por quase todos que os cães tem audição infinitamente mais capaz que a dos seres humanos. Deixe os cientistas fazerem a conta de qual maior ela é, em relação a nossa.
Alguns cães, naturalmente não tem medo, e não se incomodam com esse barulhos e quaisquer um que venha a ser realizado próximo a ele. Mas alguns, tem atitudes das mais inesperadas, desde a ficar se movimentando em câmera lenta, passando por se esconder em armários, gavetas, carros e outros lugares que eles se sintam protegidos, até, infelizmente, a lesões causados por atitudes desse desespero. Quando são reféns desse tipo de ocorrência. 
Deve-se organizar o comportamento dos cães, para esse tipo de situação, desde os primeiros dias de vida. 
A forma como deve ser feira é: simulando esses barulhos em menor volume, no dia-a-dia do cão, na medida que ele for se adaptando, aumenta-se o volume da simulação desses sons de fogos, até que que esse som, não incomode-o mais. Pense nisso. Rodrigo Werkema.
 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Sonho ou pesadelo de se transformar um cão...

Alguma vez, já pensou em ser seu cão? Já pensou na vida que ele leva, enquanto filhote, enquanto adulto e por que não, quando fica velhinho? 
Será mesmo, eu apostaria que você não morreria de dó de você mesmo, quando precisasse ser proibido de algo. 
Um bom exemplo, é Quando você esta lanchando, almoçando, e ele vem com aquela cara de coitado querendo uma parte do seu lanche, ou quando ele chora, ou ele fica sozinho, a frase " eu morro de dó" e a que mais escuto, em todos os papos com donos de filhotes. Também, esse filhote, supostamente, já passou por tanta coisa, uma mãe que proibe ele de mamar, um criador que o retira do colo da mãe, um outro que o leva para um lugar estranho, com pessoas estranhas, sem nenhuma proteção, sem nenhum aviso prévio.  imagino que no lugar dele, você não sobreviveria, certo? 
Para compensar todos esses traumas, você dá todo o carinho e atenção para ele.
Ai começa tudo, rói uma coisa, destrói outra, late durante um tempo, depois vai aumentando, suja seu sapato, depois sua calça. Logo em seguida vem as mordidas na perna e mãos, a agitação, pronto, está armado a situação que ninguém gostaria de ter em casa. 
E agora, doar? Devolver? Ler temas a respeito na internet? 
Vai conversar com o primo da tia do seu cunhado que já teve um cão a muito tempo e se diz saber tudo, para se orientar ? ou vai deixar, pois te falaram que "com o tempo, ele melhora" ou ignorar, pois assim ele parará de fazer" 
Vai passando o tempo, e quando você acha que ele não pode fazer uma coisa pior, vem ele com o inimaginável. 
Por um segundo pensa em mata-lo, mas pensa... ele vai melhorar, ou fez para chamar a atenção, ou outra justificativa sem muito fundamento cientifico, diria um especialista em comportamento canino.
Ai vem a agressividade, pior situação que pode ocorrer com um cão, não pense que vai resolver com petiscos. 
Por tanto, priorize a educação do seu cão, pequeno, grande, comprado ou adotado, desde o dia da chegada dele em sua casa, para evitar situações, assim como as descritar acima. Pense nisso. Rodrigo Werkema.