Estes dias atrás meu celular estragou, fiquei muito preocupado, logo pensei que desta vez, necessitaria de um novo celular, porém uma simples atualização de software e no dia seguinte, tudo ok. Fiquei pensando em uma associação com a educação e comportamento dos cães. Entendo perfeitamente a angustia de alguns dos meus clientes, quando me chamam pra participar da educação de seu cão, e como eles pensam resolver os problemas comportamentais deles. Após nossa primeira conversa, com as primeiras dicas e regras a serem seguidas por eles, já é possível, diante das novas regras e atitudes de todos da casa, observar as primeiras mudanças na atitude do cão. Então o entusiasmo, com o novo comportamento do cão é evidente, logo querem ver novas mudanças, que os donos consideram ideais, quando antes, daí que vem a pela frustração de alguns, já que a melhorias no comportamento não acontecerem no tempo que eles, os donos, imaginariam que elas aconteceriam. Alguns, mesmo com minhas explicações pra que o tempo de aprendizado do cão seja respeitado, já que o tempo dele é bem diferente do nosso, e infinitamente mais lento do que a velocidade que o dono gostaria que fosse, pra determinadas atitudes, tentam acelerar o processo a todo custo, até mesmo quando insisto em esclarecer sobre a limitação do cão para aprender determinadas regras, sem quem ele tenha em mente as fundamentais e de suma importância para o início e continuidade do aprendizado. Ocorre também que, com a”melhoria” do comportamento, atitude do cão, tende a ocorrer um relaxamento natural do dono, em algumas regra. Até concordo de certa forma e acho natural, já o antes incontrolável filhote sem nenhum limite, ou consciência do seu papel na casa, por exemplo, te olha como quem aguarda sua permissão pra comer. Até onde eu sei, e, por favor, me corrijam se eu estiver errado, ainda não inventaram cães com entrada USB, disquete, CD, ou DVD, pra que quando o programa atual dele, não estiver funcionando perfeitamente, basta usar uma dessas entradas e conectá-lo ao computador, aguardar por alguns minutos e pronto, tudo novo e na ordem novamente. Apesar de estamos vivendo a era digital, a qual todos têm vivido os benefícios que ele tem trazido a todos, inclusive a oportunidade de estarmos conversando por esse canal tão importante. Como sempre falo, está atitude submissa e de obediência é construída no dia-a-dia, com postura firme, calma e paciente, além de muito carinho e respeito com as necessidades do cão.
segunda-feira, 28 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Quem é o chefe?
Já parou pra fazer essa pergunta, tendo em conta o relacionando com seu cão?
Além das visitas que faço nas casas de meus novos clientes, antes de iniciamos o processo de treinamento e educação do seu cão, ouço estórias variadas de pessoas ligadas aos meus clientes, funcionários deles e terceiros que encontro na rua, descrevendo situações evitáveis, se atitude e o cuidado com a educação com seu filhote, estivesse em prática desde o início de seu relacionamento com ele, ou seja, desde o dia em que ele chegou à nova casa.
Algumas reflexões, para que entendam o que gostaria que entendessem e acompanhassem meu pensamento.
Se alguém lhe colocasse comida, a tempo e a hora, sempre fresquinha, sem mesmo que você pedisse, o que você pensaria sobre essa pessoa? Se algum lhe recolhesse os dejetos, na rua ou em casa, e mantivesse sua “casa” sempre limpa, qual a idéia que você teria sobre essa pessoa? Quando você fosse passear, este alguém lhe deixasse fazer o que quisesse. Em uma situação que, você querendo muito uma coisa, por alguns instantes você pedisse, em um tom imperativo, quase agressivo e fosse prontamente atendido, como se sentiria?
Este alguém muda totalmente a rotina dela só por causa de você, incluindo como, quando chega em casa, como entra, deixando você latir e subir em todos os sófas, camas e outras superfícies, a´te o modo que ela passa por você, com se sentiria?
Invertendo a visão, e se essa mesma pessoa, que faz isso tudo por você, de uma hora pra outra, resolvesse pedir uma coisa pra você em tom de ordem, você atenderia, diante do contexto acima citado?
Esta é a relação que alguns cães têm mantido com seus cães, e tem causado dificuldades e atitudes inexplicáveis às vezes incorrigíveis da parte dos cães, tanto em casa, quanto durante o passeio diário, resultando atitudes nada amigáveis dos cães com seus donos, chegando a ponte de ocorrer a tão temível agressividade contra visitantes, entre outros cães e em um caso bem estremo, ao próprio dono.
Então o que fazer pra evitar essa triste situação?
Levando em conta que os cães são seres que ficam nos observando cada vez mais estão dispostos a participar de nosso dia-a-dia, e vai aprendendo e desenvolvendo reações cada vez mais notáveis as nossas atitudes, devemos ter muita atenção e comprometimento às situações que criamos para eles.
Vale a pena ter regras claras e bem resolvidas com todos da casa pra que seu cão seja tranqüilo, equilibrado e muito obediente, ciente de qual é seu papei em sua casa, diante de visitas e durante a caminhada. Claro que somos responsáveis pela alimentação, saúde e limpeza do espaço em que eles vivem. Que tal fazermos uma troca com eles, somos responsáveis por isso e eles serão responsáveis por ser tranqüilos e obedientes, respeitando sempre nossas regras, vale a pena tentar, todos serão mais felizes, eles muito mais.
Além das visitas que faço nas casas de meus novos clientes, antes de iniciamos o processo de treinamento e educação do seu cão, ouço estórias variadas de pessoas ligadas aos meus clientes, funcionários deles e terceiros que encontro na rua, descrevendo situações evitáveis, se atitude e o cuidado com a educação com seu filhote, estivesse em prática desde o início de seu relacionamento com ele, ou seja, desde o dia em que ele chegou à nova casa.
Algumas reflexões, para que entendam o que gostaria que entendessem e acompanhassem meu pensamento.
Se alguém lhe colocasse comida, a tempo e a hora, sempre fresquinha, sem mesmo que você pedisse, o que você pensaria sobre essa pessoa? Se algum lhe recolhesse os dejetos, na rua ou em casa, e mantivesse sua “casa” sempre limpa, qual a idéia que você teria sobre essa pessoa? Quando você fosse passear, este alguém lhe deixasse fazer o que quisesse. Em uma situação que, você querendo muito uma coisa, por alguns instantes você pedisse, em um tom imperativo, quase agressivo e fosse prontamente atendido, como se sentiria?
Este alguém muda totalmente a rotina dela só por causa de você, incluindo como, quando chega em casa, como entra, deixando você latir e subir em todos os sófas, camas e outras superfícies, a´te o modo que ela passa por você, com se sentiria?
Invertendo a visão, e se essa mesma pessoa, que faz isso tudo por você, de uma hora pra outra, resolvesse pedir uma coisa pra você em tom de ordem, você atenderia, diante do contexto acima citado?
Esta é a relação que alguns cães têm mantido com seus cães, e tem causado dificuldades e atitudes inexplicáveis às vezes incorrigíveis da parte dos cães, tanto em casa, quanto durante o passeio diário, resultando atitudes nada amigáveis dos cães com seus donos, chegando a ponte de ocorrer a tão temível agressividade contra visitantes, entre outros cães e em um caso bem estremo, ao próprio dono.
Então o que fazer pra evitar essa triste situação?
Levando em conta que os cães são seres que ficam nos observando cada vez mais estão dispostos a participar de nosso dia-a-dia, e vai aprendendo e desenvolvendo reações cada vez mais notáveis as nossas atitudes, devemos ter muita atenção e comprometimento às situações que criamos para eles.
Vale a pena ter regras claras e bem resolvidas com todos da casa pra que seu cão seja tranqüilo, equilibrado e muito obediente, ciente de qual é seu papei em sua casa, diante de visitas e durante a caminhada. Claro que somos responsáveis pela alimentação, saúde e limpeza do espaço em que eles vivem. Que tal fazermos uma troca com eles, somos responsáveis por isso e eles serão responsáveis por ser tranqüilos e obedientes, respeitando sempre nossas regras, vale a pena tentar, todos serão mais felizes, eles muito mais.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Dizer "não" também é educar.
Guardando as devidas proporções, quando sua mãe te proibiu de algo que você queria muito e ela normalmente permitia, qual foi sua reação? Você que tem filhos, e tem que proibi-los de alguma coisa, como você se sente? Estas são reações difíceis de entender e aceitar, não é verdade? No primeiro exemplo, nada fácil para criança aceitar, e no segundo, muito difícil de estabelecer, em ambos os casos necessários para a educação de uma criança, primeiro para seu aprendizado e as relações que ele como adulto terá durante toda sua vida e na segunda, como pai e mãe, mostrar o que é certo e errado para seu filho.
Antes de continuarmos, não pense que tenho a intensão de impedir vocês de brincarem com seu cães, jamais teria essa prentensão, e sim, organizar, neste exemplo, o processo da chegada em casa, e o primeiro contato com seu cão.
Quando se trata de da educação de um cão, o processo de estabelecer limites e regras, as vezes e complicado, por exemplo, no momento que você chega a casa e ele se aproxima demonstrando todo o carinho, atenção, juntamente com brincadeiras e a ”saudade” do tempo que você ficou fora, de certa forma é muito difícil, então essa é pergunta, existe uma maneira de dizer, não pra isso? Diante dessa situação estabelece limites, dizer para o cão “não” parece não ter lógica.
Falo com meus clientes que a pior parte do treinamento é na hora de estabelecer essa regra, não estimular seu cão no momento da sua chegada em casa.
Está é a difícil questão que discuto com vocês nesse momento, o “não” que vocês dirão agora, terá benefícios para o longo período em que seu cão estará na sua companhia. Nas casa em que participo da educação dos cães, o grande dilema da família normalmente é, o que proibir e o que permitir que o cão faça. Qual a atitude tomar quando, ele faz algo que consideremos errado e poderá fazer com que ele tenha a atitude de mudar o comportamento, se tornando um cão tranqüilo, principalmente durante sua vida adulta.
Existem vários caminhos, para conduzir seu cão pra esse caminho, os que recomendam sempre, devem passar por esses três simples e decisivos passos:
1- Controle da alimentação.
2- Controle do espaço, durante os primeiros meses em que ele estive no seu novo lar.
3- Evitar que o seu cão, apóie em você, com as patas dianteiras.Estas três condições vão influenciar diretamente na atitude do filhote e nas suas decisões na relação de matilha que prevalece na cabeça dele, dentro de sua inteligência, como se classificará no ambiente em que está inserido.
Quando se trata de da educação de um cão, o processo de estabelecer limites e regras, as vezes e complicado, por exemplo, no momento que você chega a casa e ele se aproxima demonstrando todo o carinho, atenção, juntamente com brincadeiras e a ”saudade” do tempo que você ficou fora, de certa forma é muito difícil, então essa é pergunta, existe uma maneira de dizer, não pra isso? Diante dessa situação estabelece limites, dizer para o cão “não” parece não ter lógica.
Falo com meus clientes que a pior parte do treinamento é na hora de estabelecer essa regra, não estimular seu cão no momento da sua chegada em casa.
Está é a difícil questão que discuto com vocês nesse momento, o “não” que vocês dirão agora, terá benefícios para o longo período em que seu cão estará na sua companhia. Nas casa em que participo da educação dos cães, o grande dilema da família normalmente é, o que proibir e o que permitir que o cão faça. Qual a atitude tomar quando, ele faz algo que consideremos errado e poderá fazer com que ele tenha a atitude de mudar o comportamento, se tornando um cão tranqüilo, principalmente durante sua vida adulta.
Existem vários caminhos, para conduzir seu cão pra esse caminho, os que recomendam sempre, devem passar por esses três simples e decisivos passos:
1- Controle da alimentação.
2- Controle do espaço, durante os primeiros meses em que ele estive no seu novo lar.
3- Evitar que o seu cão, apóie em você, com as patas dianteiras.Estas três condições vão influenciar diretamente na atitude do filhote e nas suas decisões na relação de matilha que prevalece na cabeça dele, dentro de sua inteligência, como se classificará no ambiente em que está inserido.
Estes três procedimentos vocês acharam em meus textos anteriores. Eles serão de fácil acesso em pesquisas sobre comportamento canino pela internet.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
A interatividade do treinamento
Já repeti varias vezes que o treinamento do cão é um processo, pelo qual é necessária a repetição, dos estímulos positivos e negativos, além das restrições espaciais juntamente a participação ativa dos donos, durante o processo de aprendizagem.
Falando assim, parece absolutamente fácil, transformar seu filhote, agitado, sem limite algum, totalmente descontrolado, que não dá a mínima para suas proibições e ordens, em um cão adulto tranqüilo, obediente e conhecedor dos seus limites, mas não é. Este processo é necessário algo muito importante: à participação dos donos e principais interessados na educação do filhote, ou cão adulto adotado, quando for o caso.
Por isso é muito importante que as sugestões e restrições propostas pelo treinador, no inicio do treinamento, sejam seguidas e observadas com atenção, pois elas norteiam o comportamento do filhote desde o processo da alimentação, passando tempo de restrição no espaço todo da casa, até a atitude que o dono tem quando chega em casa e se depara com seu cão. Todos esses exemplos, como muitos outros vão influenciar diretamente o comportamento do cão, com visitas e principalmente durante a caminhada.
Falando assim, somente em restrições, limite, regras, parece que estaremos criando um pequeno robô, porém não se trata disso. Claro que são permitido vários tipos de brincadeiras evitando somente três, mordiscadas em vocês, cabo de guerra e também evitar que o cão apóie com as patas dianteiras, assim como pulos, principalmente quando se tratar de um cão de porte médio ou grande.
Esta reorganização do comportamento do cão, segundo os donos me dizem parece meio chato e complicado, alguns donos me dizem que sentem “muita dó” do cão durante esse processo, mas pensemos pelo lado positivo, sempre, um curto e truculento período, para um outro longo período de harmonia, e ótimos momentos junto ao seu cão e na presença de outros cães e amigos próximos.
Falando assim, parece absolutamente fácil, transformar seu filhote, agitado, sem limite algum, totalmente descontrolado, que não dá a mínima para suas proibições e ordens, em um cão adulto tranqüilo, obediente e conhecedor dos seus limites, mas não é. Este processo é necessário algo muito importante: à participação dos donos e principais interessados na educação do filhote, ou cão adulto adotado, quando for o caso.
Por isso é muito importante que as sugestões e restrições propostas pelo treinador, no inicio do treinamento, sejam seguidas e observadas com atenção, pois elas norteiam o comportamento do filhote desde o processo da alimentação, passando tempo de restrição no espaço todo da casa, até a atitude que o dono tem quando chega em casa e se depara com seu cão. Todos esses exemplos, como muitos outros vão influenciar diretamente o comportamento do cão, com visitas e principalmente durante a caminhada.
Falando assim, somente em restrições, limite, regras, parece que estaremos criando um pequeno robô, porém não se trata disso. Claro que são permitido vários tipos de brincadeiras evitando somente três, mordiscadas em vocês, cabo de guerra e também evitar que o cão apóie com as patas dianteiras, assim como pulos, principalmente quando se tratar de um cão de porte médio ou grande.
Esta reorganização do comportamento do cão, segundo os donos me dizem parece meio chato e complicado, alguns donos me dizem que sentem “muita dó” do cão durante esse processo, mas pensemos pelo lado positivo, sempre, um curto e truculento período, para um outro longo período de harmonia, e ótimos momentos junto ao seu cão e na presença de outros cães e amigos próximos.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Os cães monstros
Esse é um assunto muito delicado, o qual já faz um tempo que tenho pensado em colocá-lo em discussão, e desta vez criei coragem, talvez alguns de vocês não gostem muito, mas trata-se de uma realidade que tenho observado com cada vez mais freqüência em meu dia-a-dia, e pelas ruas de Belo Horizonte a fora. Tratando-se de um assunto delicado, tentarei abordá-lo de maneira bem direta.
Quem nunca foi com a melhor das intenções, com o coração cheio de alegria ao ver um poodle, um Maltês, Shit-zo, Cocker, ou outra raça de pequeno porte, de aparência de um bichinho de pelúcia, muito bem tratado, de banho tomado, e provavelmente de gravata, laço ou bandana, e quase foi mordido, ou recebeu um rosnado bem na hora que foi tocá-lo? Demonstrando uma atitude nada condizente com a fofura que ele demonstra ter...
Pois bem, além de outros comportamentos inadequados que sempre observo durante minhas aulas, essa é uma cena que tenho observado no meu dia-a-dia, com falei anteriormente, nesses últimos meses com muito mais freqüência que observava antes. Duas perguntas dever vir à mente de vocês, porque eles são assim e se os donos consideram esse tipo comportamento, normal.
O fato mais importante é que os donos têm contribuído para esse tipo de comportamento nada adequado de maneira direta e que só vai aumentando suas proporções até que aconteça o acidente, ou seja, a agressão ou mordida. Este acidente só não se trata de um risco para a vida de qualquer um, pois se trata de uma boca e dentes bem pequenos.
Para evitar isso, vale sempre aquela velha dica “o cão deve entender quem manda em quem, diante do seu dono” com atitudes, iniciando por atitudes que se iniciam pela alimentação, quanto as restrições de espaço, desde os primeiros dias em que o filhote chegou a sua casa, até as brincadeiras que você permite que ele faça com você.
Podem parecer coisas desnecessárias, mas que no dia-a-dia com seu cão, com um trabalho que considero difícil sim, porém necessário, e se possível com a ajuda de um profissional que possa te auxiliar em situações que você não saiba como lidar, vão não só deixar seu cão de pequeno forte com uma aparência fofa e delicada, como o comportamento que condiz com a a mesma.
Para finalizar, minha preocupação no comportamento de cães pequenos, com relação a essa agressividade, não é tão grande quanto e quem escolhem um cão de grande porte e de guarda pra sua casa, pois esse, ao escolhê-lo, já sabe que desde o início deve ter todos os cuidados com o comportamento dele, já que esse, se não tiver o devido controle e educação, desde os primeiros dias em sua nova casa, vai se tratar de um risco real de vida para todos os moradores da casa e até mesmo os visitantes desejáveis.
Ou seja, sejam felizes com seus cães, pequenos ou grandes, desde tenha em mente que eles devem entender que vocês são seu lideres, que lhe darão todo o carinho, respeito e atenção, desde que eles sigam todas as regras da casa, garanto a vocês que eles serão muito mais felizes, e vocês também.
Quem nunca foi com a melhor das intenções, com o coração cheio de alegria ao ver um poodle, um Maltês, Shit-zo, Cocker, ou outra raça de pequeno porte, de aparência de um bichinho de pelúcia, muito bem tratado, de banho tomado, e provavelmente de gravata, laço ou bandana, e quase foi mordido, ou recebeu um rosnado bem na hora que foi tocá-lo? Demonstrando uma atitude nada condizente com a fofura que ele demonstra ter...
Pois bem, além de outros comportamentos inadequados que sempre observo durante minhas aulas, essa é uma cena que tenho observado no meu dia-a-dia, com falei anteriormente, nesses últimos meses com muito mais freqüência que observava antes. Duas perguntas dever vir à mente de vocês, porque eles são assim e se os donos consideram esse tipo comportamento, normal.
O fato mais importante é que os donos têm contribuído para esse tipo de comportamento nada adequado de maneira direta e que só vai aumentando suas proporções até que aconteça o acidente, ou seja, a agressão ou mordida. Este acidente só não se trata de um risco para a vida de qualquer um, pois se trata de uma boca e dentes bem pequenos.
Para evitar isso, vale sempre aquela velha dica “o cão deve entender quem manda em quem, diante do seu dono” com atitudes, iniciando por atitudes que se iniciam pela alimentação, quanto as restrições de espaço, desde os primeiros dias em que o filhote chegou a sua casa, até as brincadeiras que você permite que ele faça com você.
Podem parecer coisas desnecessárias, mas que no dia-a-dia com seu cão, com um trabalho que considero difícil sim, porém necessário, e se possível com a ajuda de um profissional que possa te auxiliar em situações que você não saiba como lidar, vão não só deixar seu cão de pequeno forte com uma aparência fofa e delicada, como o comportamento que condiz com a a mesma.
Para finalizar, minha preocupação no comportamento de cães pequenos, com relação a essa agressividade, não é tão grande quanto e quem escolhem um cão de grande porte e de guarda pra sua casa, pois esse, ao escolhê-lo, já sabe que desde o início deve ter todos os cuidados com o comportamento dele, já que esse, se não tiver o devido controle e educação, desde os primeiros dias em sua nova casa, vai se tratar de um risco real de vida para todos os moradores da casa e até mesmo os visitantes desejáveis.
Ou seja, sejam felizes com seus cães, pequenos ou grandes, desde tenha em mente que eles devem entender que vocês são seu lideres, que lhe darão todo o carinho, respeito e atenção, desde que eles sigam todas as regras da casa, garanto a vocês que eles serão muito mais felizes, e vocês também.
sábado, 22 de janeiro de 2011
A história do cão que se enrolou na guia pra poder ir passear
Contando assim, vai ser difícil acreditar, mas quem convive com um cão, vê a sabedoria e percepção deles, vai entender direitinho sobre o que vou contar.
Certa manhã, ao chegar para o treinamento da minha turma de nada mais nada menos que seis golders retriviers, todos na mesma casa, acharam muitos cães pra uma casa só? Por lá ainda vivem mais cinco Cocker, uma mestiça e uma shinauzer, todos organizados no espaço de tal maneira que os pequenos tem acesso a parte interna da casa e os grandes não.
Nesta manhã, entrei normalmente com os seis colares, a dona deles, me avisou que uma delas estava supensa da aula, devido a orientação do veterinário.
Então ao colocar as guias nos outros cinco, deixando ela de fora, para que entendam como eu ando com eles, eu uso uma formação que pode ser chamada de trenó, ou seja dois a dois, quem já viu o filme “ Resgate abaixo de zero” título original: (Eight Below) vai saber como é, quem não viu ainda, vale a pena ver, então a cadela suspensa ao perceber que foi cumprimentada e não recebeu seu colar, ficou um pouco impaciente, porém na hora em que prendi todos e deixei ela de fora, ao abrir o portão do espaço deles, para o treinamento, foi que ela se embolou junto aos outros, exatamente no lugar que era o seu, foi saindo como se nada estivesse diferente, arrancando um grande sorriso meu e espaçadas gargalhadas de sua dona, que quase que não acreditou no que estava acontecendo bem diante de seus olhos.
Como a suspensão dela não era por algo muito grave, até a cadela sabia disso, sua dona não teve outra atitude que se não falar para que eu colocasse o colar nela, liberando por sua conta e risco, ela para o treinamento juntamente com os outros, a cadela saiu abanando a calda como quem venceu, entendendo que conseguiu o que queria.
Então vai a lição de hoje, nunca pensem que seus cães não estão lhes observando e que não sabem que, dentro da linguagem é claro e sensibilidade deles, que vão sempre reagir, diante de uma atitude sua, do dono, com um comportamento correspondende, que pode ser "certo" ou "errado" pra nós, mas que pra ele sempre será a resposta ao um estímulo do dono, principalmente quando se trata de uma rotina.
Um ótimo exemplo é como os cães reconhecem o barulho do carro de seus donos, e já mudam o comportamento indicando a chegada deles, bem antes de nós humanos percebermos, em alguns casos, bem antes do dono começar a abrir o portão da garagem.
Certa manhã, ao chegar para o treinamento da minha turma de nada mais nada menos que seis golders retriviers, todos na mesma casa, acharam muitos cães pra uma casa só? Por lá ainda vivem mais cinco Cocker, uma mestiça e uma shinauzer, todos organizados no espaço de tal maneira que os pequenos tem acesso a parte interna da casa e os grandes não.
Nesta manhã, entrei normalmente com os seis colares, a dona deles, me avisou que uma delas estava supensa da aula, devido a orientação do veterinário.
Então ao colocar as guias nos outros cinco, deixando ela de fora, para que entendam como eu ando com eles, eu uso uma formação que pode ser chamada de trenó, ou seja dois a dois, quem já viu o filme “ Resgate abaixo de zero” título original: (Eight Below) vai saber como é, quem não viu ainda, vale a pena ver, então a cadela suspensa ao perceber que foi cumprimentada e não recebeu seu colar, ficou um pouco impaciente, porém na hora em que prendi todos e deixei ela de fora, ao abrir o portão do espaço deles, para o treinamento, foi que ela se embolou junto aos outros, exatamente no lugar que era o seu, foi saindo como se nada estivesse diferente, arrancando um grande sorriso meu e espaçadas gargalhadas de sua dona, que quase que não acreditou no que estava acontecendo bem diante de seus olhos.
Como a suspensão dela não era por algo muito grave, até a cadela sabia disso, sua dona não teve outra atitude que se não falar para que eu colocasse o colar nela, liberando por sua conta e risco, ela para o treinamento juntamente com os outros, a cadela saiu abanando a calda como quem venceu, entendendo que conseguiu o que queria.
Então vai a lição de hoje, nunca pensem que seus cães não estão lhes observando e que não sabem que, dentro da linguagem é claro e sensibilidade deles, que vão sempre reagir, diante de uma atitude sua, do dono, com um comportamento correspondende, que pode ser "certo" ou "errado" pra nós, mas que pra ele sempre será a resposta ao um estímulo do dono, principalmente quando se trata de uma rotina.
Um ótimo exemplo é como os cães reconhecem o barulho do carro de seus donos, e já mudam o comportamento indicando a chegada deles, bem antes de nós humanos percebermos, em alguns casos, bem antes do dono começar a abrir o portão da garagem.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Meu muito obrigado a todos...
Olá senhores (as), este é o ultimo texto do ano de 2010, gostaria, antes de qualquer coisa, agradecer a essa energia que nos motiva a ser melhor cada dia, que nos da forças pra levantar a cabeça sempre, e seguir em frente.
Gostaria também de agradecer a todos, pelo carinho e atenção as frases, histórias e um pouco dos ensinamentos que coloquei aqui, durante o ano, agradecer a todos que perderem alguns minutos do seu dia, para ler e ver, com menos freqüência agora, pequenos erros que passaram aos meus olhos, também gostaria de agradecer a todos pela oportunidade que me deram para que participasse de maneira direta na educação dos nossos queridos cães, dentro da sua casa, com as aulas e o treinamento, durante a semana, por meses a fio, e que puderam ver a beleza da mudança de comportamento deles.
Aqueles que com uma conversa e outra, consegui ajudar a solucionar um problema, que antes parecia impossível, também gostaria de agradecer a oportunidade e deixar meu muito obrigado. Não vou colocar nomes aqui, por que com certeza, cometeria injustiças e deixaria alguns importantes fora da lista, então vai um muito obrigado, por tudo, para minha turma da segunda quarta e sexta, e minha turma de terça e quinta, para minha turma que já encerramos os treinamento, e para minha turma atual, também a turma que participou dos passeios na trilha de Cascatinha, ano que vem, a partir de janeiro, teremos mais, pois o Luther já começou a olhar pra mim com aquela cara de quem está sentindo falta da farra.
Gostaria de deixar claro que sempre estarei à disposição para tirar qualquer duvida que esteja ao meu alcance, pois os que me conhecem sabem que sempre falo que, não sou o dono da verdade, que se tratando de cães, nunca existira uma receita pronta, e sim possibilidades que vãos se adaptando pra que alcancemos nosso objetivo que é: ter um cão que seja seu parceiro, seu companheiro, sua segurança, seu amigo, mas sempre respeitando os limites e regras estabelecidas por todos na casa, com firmeza, atitude e com carinho, jamais com violência. Permitindo que ele seja sempre feliz, alegre e conhecedor de seus direitos e deveres, limites e regras.
Também gostaria de deixar meu agradecimento especial aos meus parceiros, todos que além de confiarem em meu trabalho, tem um carinho especial por mim, saibam que apesar de não poder estar presente nas visitas a vocês,no dia-a-dia nos pets e nos eventos, sempre estarão em meu coração num lugar muito especial. Desejo há vocês muita saúde, paz, alegria e muitas realizações nesse novo ano que se inicia, ótimas festas, torcendo sempre que esse ano que se inicia seja melhor que o que está chegando ao fim.
Aguardem neste ano que se inicia, pois estou trabalhando para que tenham muitas novidades, um forte abraço,
Rodrigo Werkema
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