Manhã de quinta-feira recebe um telefonema, um senhor, muito educado me relata que tem um cão, aproximadamente sete meses, ele me fala que gostaria de treina-lá, pergunto pra ele quais, na opinião dele, são os problemas comportamentais da cadela, ele me relata: Agitação constante, perfurações no jardim e destruição das plantas, não houve o que ele fala com ela, quando ele a manda pro canil, por exemplo, ela não lhe dá a mínima atenção, pergunto a ele se ele tem o hábito de levá-la para fazer uma caminhada, segundo ele, a primeira vez que a levou, ela aprontou tanto que ele nunca mais tentou. Ele me fala também que a única pessoa que tem contato com ela nesse momento, é ele, porque sua esposa, e sua secretária, não conseguem ficar no mesmo ambiente que a cadela, porque ela tem o hábito de pular constantemente nas pessoas, e em alguns momentos se lança para tentar alcançar o rosto de todos que estão próximos, o que fez as demais pessoas da casa se afastar dela, na condição até de evitar uma queda ou uma lesão.
Esse é o relato o mais comum que eu ouço sobre cães, todos os dias, e até mais de uma vez por dia, nesta idade, os cães tem todo o carinho do dono, e os mesmos não se lembra de que o filhote também precisa de regras e limites para que ele entenda como deve se comportar diante de todos. A pergunte deles: é possível o cão aprender a me obedecer, parar de mexer no jardim, ele tem capacidade de aprender? Sempre lhes responde que se ele aprendeu as coisas do jeito dele, criando as proprías regras, é porque ela tem uma condição de adaptação a situação que ela vive, que pode ser chamado também de inteligência, porém totalmente desenvolvida pra os seus únicos interesses, que é demonstrar carinho e afeto por todos que tem contato, além a relação de liderança, que, na cabeça dela, precisa estabelecer a todo o momento. Na cabeça do cão, seu trabalho, sua vida é manter essa relação, já eu ele não a viu na atitude coerente de seu dono para ser o seu líder e assim respeitar a seu papel diante do novo lar.
Explico a eles que tais faltas de regras e limites ajudaram a desenvolver no cão, estes tipos de comportamentos, que nos consideramos errados e absurdos, mas que para o filhote, entende que ele tem o direito e a trabalho de fazer todas essas peripécias, pois para ele, é o seu papel. E a atitude do dono, diante do fato errado, reforça a comportamento inadequado do cão.
Explico a eles que tais faltas de regras e limites ajudaram a desenvolver no cão, estes tipos de comportamentos, que nos consideramos errados e absurdos, mas que para o filhote, entende que ele tem o direito e a trabalho de fazer todas essas peripécias, pois para ele, é o seu papel. E a atitude do dono, diante do fato errado, reforça a comportamento inadequado do cão.
Até uma simples abertura de porta, do canil, por exemplo, já e suficiente para que o cão demonstre com clareza quem está no controle, atropelando o dono na mínima greta que é aberta por ele. Eles me perguntam o que levou o cão a desenvolver esse tipo de comportamento, e respondo e eles, as condições que vocês mesmo estabeleceram, o levaram a tomar essas decisões, que em muitos casos, desagrada o dono de maneira constante.
È possível sim que ele aprenda novas regras, com as devidas correções, com paciência, com disciplina, ptrincipalmente na hora da caminhada, na hora da atividade ,que ela aprenda como se comportar diante das novas regras.
È possível sim que ele aprenda novas regras, com as devidas correções, com paciência, com disciplina, ptrincipalmente na hora da caminhada, na hora da atividade ,que ela aprenda como se comportar diante das novas regras.

Legal demais seu blog Rodrigo! Suas dicas são geniais e seu método é muito interessante e melhor, eficiente! Tô doida que vc dê um jeito na Nikita,logo! rs
ResponderExcluirbeijo grande, vou sempre passar por aqui agora!