Se não fosse por uma questão médica, poderia até ser engraçada.
Quem faz atividades em parques e praças vê todo tipo de pessoas, incluindo pessoas passeando com seus cães. Pequenos, grande, quietos ou agitados, quem os observa, vê de tudo.
Alguns treinados, obedecem bem seus donos, outros no processo, ignoram seus donos em determinadas situações, outros sem treinamentos, dá para retirar algumas gargalhadas.
Os treinadores não podem rir, somente um olhar e com um balançar de cabeça, a reprovação.
Foi isso que eu fiz, quando um dos meus clientes, estavam tendo problemas ao passear com seu cão, cão esse que tem tamanho se adulto de no máximo 15 cm de altura, e peso de 2kg, pouco menos que uma garrafa pet cheia.
Ela me falou, de forma seria " que não estava agüentando passear com a garrafa pet, ou seja seu pequenino cão, pois o mesmo estava puxando tanto ela na rua, que seu ombro estava doendo, a ponto de seu médico suspender os passeios".
Com todos as outras pessoas da casa, ele se comportava adequadamente, só com ela que não. Após algumas perguntas sobre como era a relação dela com ele, não foi difícil concluir que ele fazia tudo que queria dentro de casa, enquanto ela comia, enquanto ela chegava em casa, por que não, então, fazer tudo que queria na rua, durante o passeio.
Pense nisso, as regras estabelecidas dentro de casa, ou a ausência delas, refletirá diretamente durante o passeio com seu cão. Rodrigo Werkema.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
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